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Economia e Negócios Jonatas Lima em 10 Out 2008

Ações do Google caem à metade do valor registrado em dezembro de 2007

Bem vindos ao mundo real.

google acoes 1 - google acoes 1

Exatamente um mês após comemorar sua primeira década, o Google viveu outra efeméride, bem mais amarga que a primeira: suas ações quebraram a barreira dos 350 dólares, marco que determinava a metade do valor dos papéis nos últimos pregões de 2007. Os papéis fecharam esta terça-feira (07/10) valendo 346 dólares.

Em 28 de dezembro, as ações do Google fecharam valendo 702 dólares cada e pareciam apenas mais uma flutuação normal em relação ao recorde do papel, registrado em 6 de novembro a 741 dólares. Era ali, no entanto, que começava a desvalorização das ações do buscador.

Nos próximos três meses, o valor passou por um escorregador. No começo de março, com as negociações entre Microsoft e Yahoo por uma suposta fusão ainda na mesa,os papeis chegaram a valer 433 dólares, mas retomaram o crescimento nas semanas seguintes graças ao aumento de 42% nas receitas registradas no primeiro trimestre do ano.

A intensificação da crise econômica nos Estados Unidos, que fez com que as ações das empresas de tecnologia, de maneira geral, caíssem 22,9% entre setembro e começo de outubro, não ajudou em nada a tendência de queda dos papéis do Google.

É indiscutível que o valor ainda está bastante longe dos 85 dólares que primeiros desembolsaram por ações do Google (e chega até ser blasfêmia considerar uma nova equiparação), mas 2008 tende a deixar um gosto amargo na boca dos acionistas do Google.

Em agosto, o Google havia sido passado pela Apple em valor de mercado. A empresa de Steve Jobs teve suas ações rebaixadas por uma recessão no setor de micros nos EUA e viu sua vice-liderança cair para a sétima posição.

Quem assume o posto de vice, atrás da longínqua Microsoft, é a Cisco, com o Google em terceiro e podendo sofrer pressão da HP, que aparece em quarto. O gráfico do Google Finance (ah, a ironia…) dá o tom da tragédia – o Google perdeu 25% de valor de mercado no último mês.

tabela google queda - tabela google queda

Fonte:

IDG Now

Economia e Negócios Jonatas Lima em 10 Out 2008

Crise financeira leva ações de empresas de TI dos EUA ao nível do pós-bolha

Nova York - Devido à instabilidade financeira, Nasdaq registrou queda de 5,47%. Ações da Intel caíram para US$ 15,6, recorde em 5 anos.

A crise financeira norte-americana fez com que a bolsa eletrônica Nasdaq resgistrasse queda nas ações de empresas como a Intel e o Yahoo, que voltaram aos níveis de 2003, período seguinte ao estouro da bolha da internet. Na mesma semana, a Dow Jones caiu 7%.

Mesmo com a organização dos Estados Unidos e de bancos ao redor do mundo pela estabilização da economia, as preocupações quanto a uma possível recessão geraram queda de 95.21 pontos na Nasdaq, ou 5,47%.

Fonte:

IDG Now

Economia e Negócios Jonatas Lima em 10 Out 2008

Islândia é colocada à venda no eBay

Ai se eu tivesse o dinheiro.

LONDRES, 10 Out 2008 (AFP) - A Islândia foi colocada à venda neseta semana no site de leilões eBay a um preço inicial de 99 pence por um internauta que vive no Reino Unido.

Anunciada como “uma oportunidade única para adquirir um país da Europa do norte”, esta oferta foi postada na terça-feira e já recebeu 84 lances até a tarde desta sexta.

O lance mais alto é de 10 milhões de libras esterlinas (12,6 milhões de euros).

“Situada em pleno Atlântico Norte, a Islândia oferecerá ao felizardo comprador um ambiente habitável, cavalos islandees e uma situação financeira relativamente desordenada”, diz o anúncio.

“Groenlândia e Bjork não estão incluídos neste lote”, adverte o autor da oferta.

Fonte:

G1

Economia e Negócios Jonatas Lima em 10 Out 2008

Receita: ONGs são obrigadas a recolher IRPJ se disputam contratos de serviço de software com mercado privado

Uma decisão tomada nesta quarta-feira, 08/10, com toda a frieza e da forma mais burocrática possível - fato peculiar no trato de consultas sobre pagamentos de importos - a Secretaria da Receita Federal do Brasil garantiu ao setor de software, a “chave” que faltava para abrir as portas dos tribunais, em futuras ações jurídicas que visem acabar com a concorrência desleal que sofrem em licitações contra ONGs, Oscips, Fundações Educacionais, Cooperativas, entre outras entidades, consideradas “sem fins lucrativos”.

Isso porque a Receita Federal decidiu que essas entidades não têm o direito ao benefício de não recolher o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), quando elas estiverem disputando contratos comerciais em licitações públicas com empresas privadas.

Setor não viu o beneficio

A decisão pró-setor veio da forma mais inusitada que se possa imaginar uma vez que as empresas de software lutam há mais de 15 anos contra essa concorrência desleal e, em raras opotunidades, tiveram algum ganho de causa na Justiça, justamente, em função da omissão do fisco.

Sem que ninguém percebesse, pois não houve nenhuma comemoração no mercado, o portal Convergência Digital verificou que, na página 25, da seção 1, do Diário oficial da União de quarta-feira (08), uma “Solução de Consulta” - redigida pelo Chefe da Divisão de Tributação, da Delegacia da Receita Federal de São José Dos Campos, no interior de São Paulo, Claudio Ferreira Valadão -abria, enfim, as portas para as empresas poderem questionar a “invasão”, em contratos comerciais, das ONGs e Fundações Universitárias.

Essas entidades concorrem com preços mais baixos do que os praticados no mercado graças, exatamente, à imunidade que recebem no recolhimento do IRPJ. Ao responder a uma consulta formulada por alguma empresa do setor ou mesmo feita por alguma organização sem fins lucraativos (o despacho do diretor não apresenta o nome de quem pediu uma posição oficial da Receita Federal), Claudio Valadão, deixou claro que não há imunidade para essas entidades sens fins lucrativos, se elas estão numa disputa comercial com empresas de software, assim como, com empresas do ramo de medicamentos.

“A prática de atos de natureza econômico-financeira por entidade que goza de imunidade constitucional, ou de isenção do IRPJ nos termos do art. 15 da Lei nº 9.532, de 1997, caracteriza desvio de seus objetivos essenciais, uma vez que estabelece concorrência com
organizações que não gozam do mesmo tipo de favor, acarretando perda ao direito de tratamento privilegiado”, informa o chefe da Divisão de Tributação da Delegacia da Receita Federal de São José Dos Campos.

No seu parecer, ele deixou claro em quais circunstâncias essa falta de isonomia pode ocorrer:

“A venda de softwares, prestação de consultoria, fabricação, manipulação e venda de medicamentos por instituições de educação, ainda que os resultados dessas atividades revertam integralmente para a instituição e sejam aplicados no desenvolvimento de seus objetivos sociais, caracterizam atos de natureza comercial, sendo incompatíveis com a preservação da condição de entidade imune”, sentenciou Valadão.

Susto e alegria

Ao tomarem conhecimento pelo Convergência Digital sobre essa decisão do Fisco no interior paulista, o presidente da Fenainfo, Maurício Mugnaini, e o Coordenador da Frente Parlamentar de Informática, Leonardo Bucher, não acreditaram no que estavam lendo.

Burocraticamente redigida em 24 linhas (contando espaços) e publicada na página 25 da seção 1 do DO, ali estava o resultado de 15 anos de luta desta Federação pelo reconhecimento de que sempre houve uma desigualdade concorrencial entre empresas privadas de software e organizações “sem fins lucrativos”, em disputas comerciais por contratos públicos.

Vitória e novos recursos

Mugnaini disse que a Fenainfo há muito está à frente de uma “cruzada” contra os desvios nos processos licitatórios, nos quais despontavam as cooperativas, as fundações, as ONGs, OSs e Oscips. “Estas entidades garantiram vitórias e licitações a preços vis ou as suas contratações com dispensas injustificáveis da licitação,” destacou.

Segundo o empresário, a Fenainfo sempre argumentou que as desigualdades de conformação jurídica e sujeição tributária entre os licitantes contaminavam de ilegalidade o processo licitatório, pois subtraía o caráter igualitário do certame – princípio que rege o processo administrativo de compras públicas garantido pelo princípio da impessoalidade, conforme determina a Lei 8.666/93.

“Esse posicionamento do Delegado da RFB em Presidente Prudente é auspicioso. Enche-nos de esperança de que muitos outros quadros do sistema fiscalizatório venham a compreender a urgência com que essa farra deva ser, efetivamente, interrompida e sepultada para todo o sempre”, afirmou Mugnaini.

Para ele, as ONGs, OSs, Oscips, Fundações e Institutos ” foram nos últimos trinta anos, a trincheira dos incompetentes – contratantes e prestadores. Quando não, a saída para os desvios de recursos públicos como, permanementemente, assistimos na grande imprensa”.

“Vamos, agora, poder prosseguir com a nossa cruzada com mais efetividade. Começamos a ter aliados! De peso”, comemorou o presidente da Fenainfo, já planejando um contato direto com o Diretor da Receita Federal paulista que compreendeu a “causa” do setor de software.

Novos recursos

Para a Fenainfo, a decisão de Claudio Valadão, torna-se interessante porque a consulta tributária é entendida como processo normativo dentro do Direito Administrativo-Tributário. Ou seja, a compreensão daquele agente público tem efeito de comando legal, “nos limites estabelecidos pelo interesse do consulente”, explicou Mugnaini.

Para o executivo, o “comando inicial da resposta para a consulta, que aqui vira preceito legal” - é o conceito da imunidade e quando ela pode ser aplicada. “Já a outra parte refere-se à sua aplicação prática no caso em tela, ou seja venda de software, serviços, conforme indagou o consulente. O que torna efetivo o preceito legal no caso específico”, afirmou.

Maurício Mugnaini disse ainda que essa decisão assegurará à Fenainfo, daqui para frente, questionar em outros processos licitatórios e “em outras contratações flagrantemente ilegítimas”, a aplicação do princípio, agora, explicidado pela autoridade do fisco.

Fonte:

Convergência Digital

Economia e Negócios Jonatas Lima em 10 Out 2008

How Cheap Are Stocks?

By one important measure, they’re as cheap as they have been since 1985. They’re 20 percent less expensive than they have been, on average, over the past 100 years. And yet they still may have a ways to fall.

The standard measure of the cost of stocks is the price-earnings ratio: the current price of stocks divided by some measure of annual earnings. Wall Street often likes to use the past year’s earnings or the forecasted earnings over the next year. But I find the first of these measures to be too volatile and the second to be too — shall we say — optimistic. So I prefer a p-e ratio based on the average corporate earnings over the past 5 or 10 years. It’s fair to assume that Warren Buffett also has some sympathy for this measure.

At noon today, after several gyrations in the morning, the Standard & Poor’s 500-stock index was at about 870. That meant the five-year p-e ratio was just below 12. (The corporate earnings data isn’t all available yet, so this is an estimate.) It was last that low in late 1985. Over the past 100 years, the average p-e has been about 15.5.

If you use a 10-year p-e instead, stocks look somewhat more expensive — the ratio is 14, the lowest since 1988 but only a little lower than the 100-year average.

There are two things to keep in mind, in the event that you consider these ratios to be a sign that now is the time to buy. First, the p-e ratio typically falls well below its long-run average during a bust. It fell to about 6 in both the 1930s and early 1980s.

Second, remember that there are two components to the p-e ratio: the ‘p’ and the ‘e.’ Based on the kind of recession we may now be entering, it’s entirely reasonable to think that corporate earnings will fall, maybe significantly. That would mean that stocks would also have to fall just to keep the p-e ratio in its current place.

I don’t pretend to know what is going to happen with stocks. They’re certainly not overvalued the way that they were for most of the last decade. But the fundamentals also don’t make it obvious that we’re at the bottom or on the verge of a sharp snap-back.

(Update: A reader asked for a graph showing historical p-e numbers. You can find one by clicking here and looking down the left side of the page for the link called, “Falling Out of Bubble Territory.” The data goes back to 1881.)

As per usual, thanks to Robert Shiller, for his historical data, which is publicly available.

Fonte:

Fonte:

New York Times

Economia e Negócios Jonatas Lima em 10 Out 2008

U.S. Stocks Gyrate After Global Selloff

O negócio está realmente feio.

Agora podemos ver que a economia deles não é tão forte assim e que não adianta enganar os outros e vender porcarias pois o mundo gira e depois quem paga o pato é o próprio que vendeu a porcaria.

For almost 10 minutes on Friday, Wall Street seemed in a free-fall.

The Dow Jones industrial average fell almost 700 points or about 8 percent in that time. The broader Standard & Poor’s 500-stock index, declined almost 8 percent.

Then the turnaround began, and in the next five minutes, the Dow regained about 500 points. The S.&P. made similar gains.

Another day, another series of violent swings in a week that has seen large sell-offs in the last hour of the trading day.

Markets dropped in Europe and Asia as well, adding new urgency to efforts to find a solution to global financial problem.

“This is atrocious,” said Howard Silverblatt, senior index analyst at Standard & Poor’s. “People are scared. Nobody believes what is coming out of the mouths of politicians, chief executives.”

Finance ministers and central bankers from the world’s richest countries were gathering for a crucial meeting in Washington, and President Bush was scheduled to make a statement about mid-morning Friday.

“It is a must for the G-7 countries, especially the U.S., to make a firm commitment to public fund injections for recapitalization of banks in trouble, in order to see the stock market pull out of the doldrums,” Hideyuki Suzuki, an analyst at Morningstar Japan told Reuters. “If the G-7 nations failed to do so, its raison d’être will be called into question for sure.”

So far, efforts by the various governments to help restore confidence in the financial system have failed to open the credit markets, the short-term financing that businesses depend on to fund their daily operations.”

“We are fighting really dire fundamentals,” said Gerhard Schwarz, an equity strategist at Unicredit in Munich. “It will require restoring trust and confidence before a sustained rebound will be possible.”

The S&P has now fallen for six successive days by more than 1 percent. According to Mr. Silverblatt, the last time that happened was in 1931. “The S&P has never gone down for seven days in a row by more than a percent,” he said.

European markets fell more than 10 percent at the opening, and stayed lower. In early afternoon trading in London, the FTSE 100 index was down about 8.8 percent. In Paris, the CAC-40 was 9.2 percent lower, and the DAX in Frankfurt was down 9.3 percent.

Shares in Asia also declined. Japan’s Nikkei 225 stock average — already reeling from a nearly 10 percent drop Wednesday — slumped 9.6 percent on Friday, closing at 8,276.43.

Underlining the impact of the crisis, General Electric on Friday reported a 22 percent drop in third-quarter net income, with the global credit crisis hurting its GE Capital arm. In other economic news Friday, the Labor Department said the trade deficit narrowed 3.5 percent in August to $59.1 billion as oil consumption declined.

“The fear indexes are dramatically high,” Mr. Schwarz noted, pointing to measures of volatility in the markets that were near record highs. “We are seeing intraday volatility this week of 7 percent to 9 percent in Europe.”

With the wide trading range that have sent shares from deep in negative territory into positive territory and back this week, “We don’t know where we’ll be in just a few hours,” he said.

Concerns that a global recession could slow demand for oil caused prices to plunge below $82 a barrel on Thursday. The International Energy Agency, citing a “spiraling liquidity crisis,” cut its oil demand growth forecast for the rest of 2008 to its lowest rate in percentage terms since 1993.

In Asia, the Japanese benchmark index has given up more than 25 percent of its value this month.

The Hang Seng index in Hong Kong fell 7.2 percent on Friday, while the ASX/200 index in Sydney closed 8.3 percent lower.

Japanese investors dumped shares after Yamato Life Insurance, an unlisted mid-sized insurer, filed for bankruptcy protection. An unrelated real estate investment trust, New City Residence Investment, also filed for protection from creditors.

In Seoul, the Kospi index fell 4.1 percent. The Shanghai composite index fell 3.6 percent, giving it a loss for the week of about 15 percent. The Indonesian stock exchange suspended trading for a third day, and exchanges in Bangkok and Vienna halted trading after shares fell more than 10 percent, triggering circuit-breaker rules.

In Moscow, the Russian Duma, or lower house of Parliament, approved a financial sector bailout package valued at more than $80 billion. Trading on Russian stock exchanges was suspended until further notice.

Investors were keeping a close eye on a crisis meeting of Group of 7 finance ministers in Washington later Friday. The United States and Britain appear to be converging on a similar blueprint for stemming the financial chaos, which includes injection of government money into banks in return for ownership stakes and guarantees of repayment for various types of loans.

Credit markets remained frozen. The so-called Ted spread, which measures the gap between yields on safe three-month United States government securities and the rate that banks charge each other for loans of the same duration, was near record levels, at 4.41 percentage points, showing financial institutions remain deeply reticent about lending to their peers.

“Central banks are trying to supply liquidity, and in many cases it just comes back to them,” Robin Marshall, director of international fixed-income at NCL Smith & Williamson, told Bloomberg News. “There’s a real problem in getting people to put their money to work. The fear of counterparty risk is so intense that the only bank prepared to lend at the moment is the central bank.”

Mr. Schwarz suggested that the G-7 could help matters by, for example, moving to limit counterparty risk by having central banks insure transactions between financial institutions.

With a wave of United States adjustable-rate mortgages about to reset in the next few months, the authorities are eager to get interest rates down to head off a new wave of defaults in the housing market.

The interest rates on many of those mortgages are tied to Libor, the London interbank offered rate, the rate at which banks borrow from other banks. On Friday, the three-month Libor dollar rate rose to 4.82 percent, according to the British Bankers’ Association, despite the coordinated cuts that central banks made in their main interest rates this week. An auction Friday in New York ofcredit default swaps tied to Lehman Brothers was also weighing on the market. Institutional investors who are forced to pay out on the de facto insurance contracts may have to liquidate equities and other assets to raise funds.

Equities were also hurt by evidence that the financial market contagion has reached the broader economy.

The Organization for Economic Cooperation and Development said Friday that its standardized unemployment measure for all 29 OECD countries was 6.0 percent in August, up 0.2 percentage point from July.

It also said its composite leading indicator for the developed world fell 0.7 point in August from July, suggesting a significant slowdown.

Singapore said Friday its economy had shrunk 6.3 percent during the third quarter, while Ken Wattret, an economist at BNP Paribas in London, said in a research note that it was “almost unavoidable” that the euro zone economy would shrink in 2009.

The head of the International Monetary Fund, Dominique Strauss-Kahn, said Thursday that the situation was “serious and even dangerous” and criticized the European Union’s responses to date as “not coordinated enough.”

The I.M.F. raised its estimate of the potential cost of the crisis to around $1.4 trillion, up from a previous forecast of $1 trillion.

On oil, OPEC has signaled it may slash output to support prices at an emergency meeting of leading oil-producing countries in Vienna on November 18.

United States crude oil futures for November delivery fell to their lowest in a year, dropping as low as $81.13 a barrel in electronic trading on the New York Mercantile Exchange.

The realignment in the currency markets continued, with major currencies falling against the yen. The dollar fell to 98.99 yen from 99.81 late Thursday in New York, while the euro fell to 134.18 yen from 135.80.

The euro fell to $1.3558 from $1.3605, and the British pound fell to $1.6880 from $1.7097. The dollar fell to 1.1205 Swiss francs from 1.1295 francs.

Mr. Schwarz said a positive bounce in the markets was almost inevitable in the next few days, after the sharp declines of the last few weeks. However, he cautioned that unless policy makers came up with a way to get borrowing costs down for corporations and consumers, any gains would likely be short-lived.

“It’s going to be very difficult for companies that need to refinance debt,” he said, “and this will start to show up in the next month.”

Additionally, with a wave of adjustable-rate mortgages about to reset in the next few months, the authorities are eager to get rates down. The interest rates on many of those mortgages are tied to Libor, the London interbank offered rate, the rate at which banks borrow from other banks.

Fonte:

New York Times

Economia e Negócios Jonatas Lima em 10 Out 2008

Receita: ONGs são obrigadas a recolher IRPJ se disputam contratos de serviço de software com mercado privado

Uma decisão tomada nesta quarta-feira, 08/10, com toda a frieza e da forma mais burocrática possível - fato peculiar no trato de consultas sobre pagamentos de importos - a Secretaria da Receita Federal do Brasil garantiu ao setor de software, a “chave” que faltava para abrir as portas dos tribunais, em futuras ações jurídicas que visem acabar com a concorrência desleal que sofrem em licitações contra ONGs, Oscips, Fundações Educacionais, Cooperativas, entre outras entidades, consideradas “sem fins lucrativos”.

Isso porque a Receita Federal decidiu que essas entidades não têm o direito ao benefício de não recolher o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), quando elas estiverem disputando contratos comerciais em licitações públicas com empresas privadas.

Setor não viu o beneficio

A decisão pró-setor veio da forma mais inusitada que se possa imaginar uma vez que as empresas de software lutam há mais de 15 anos contra essa concorrência desleal e, em raras opotunidades, tiveram algum ganho de causa na Justiça, justamente, em função da omissão do fisco.

Sem que ninguém percebesse, pois não houve nenhuma comemoração no mercado, o portal Convergência Digital verificou que, na página 25, da seção 1, do Diário oficial da União de quarta-feira (08), uma “Solução de Consulta” - redigida pelo Chefe da Divisão de Tributação, da Delegacia da Receita Federal de São José Dos Campos, no interior de São Paulo, Claudio Ferreira Valadão -abria, enfim, as portas para as empresas poderem questionar a “invasão”, em contratos comerciais, das ONGs e Fundações Universitárias.

Essas entidades concorrem com preços mais baixos do que os praticados no mercado graças, exatamente, à imunidade que recebem no recolhimento do IRPJ. Ao responder a uma consulta formulada por alguma empresa do setor ou mesmo feita por alguma organização sem fins lucraativos (o despacho do diretor não apresenta o nome de quem pediu uma posição oficial da Receita Federal), Claudio Valadão, deixou claro que não há imunidade para essas entidades sens fins lucrativos, se elas estão numa disputa comercial com empresas de software, assim como, com empresas do ramo de medicamentos.

“A prática de atos de natureza econômico-financeira por entidade que goza de imunidade constitucional, ou de isenção do IRPJ nos termos do art. 15 da Lei nº 9.532, de 1997, caracteriza desvio de seus objetivos essenciais, uma vez que estabelece concorrência com
organizações que não gozam do mesmo tipo de favor, acarretando perda ao direito de tratamento privilegiado”, informa o chefe da Divisão de Tributação da Delegacia da Receita Federal de São José Dos Campos.

No seu parecer, ele deixou claro em quais circunstâncias essa falta de isonomia pode ocorrer:

“A venda de softwares, prestação de consultoria, fabricação, manipulação e venda de medicamentos por instituições de educação, ainda que os resultados dessas atividades revertam integralmente para a instituição e sejam aplicados no desenvolvimento de seus objetivos sociais, caracterizam atos de natureza comercial, sendo incompatíveis com a preservação da condição de entidade imune”, sentenciou Valadão.

Susto e alegria

Ao tomarem conhecimento pelo Convergência Digital sobre essa decisão do Fisco no interior paulista, o presidente da Fenainfo, Maurício Mugnaini, e o Coordenador da Frente Parlamentar de Informática, Leonardo Bucher, não acreditaram no que estavam lendo.

Burocraticamente redigida em 24 linhas (contando espaços) e publicada na página 25 da seção 1 do DO, ali estava o resultado de 15 anos de luta desta Federação pelo reconhecimento de que sempre houve uma desigualdade concorrencial entre empresas privadas de software e organizações “sem fins lucrativos”, em disputas comerciais por contratos públicos.

Vitória e novos recursos

Mugnaini disse que a Fenainfo há muito está à frente de uma “cruzada” contra os desvios nos processos licitatórios, nos quais despontavam as cooperativas, as fundações, as ONGs, OSs e Oscips. “Estas entidades garantiram vitórias e licitações a preços vis ou as suas contratações com dispensas injustificáveis da licitação,” destacou.

Segundo o empresário, a Fenainfo sempre argumentou que as desigualdades de conformação jurídica e sujeição tributária entre os licitantes contaminavam de ilegalidade o processo licitatório, pois subtraía o caráter igualitário do certame – princípio que rege o processo administrativo de compras públicas garantido pelo princípio da impessoalidade, conforme determina a Lei 8.666/93.

“Esse posicionamento do Delegado da RFB em Presidente Prudente é auspicioso. Enche-nos de esperança de que muitos outros quadros do sistema fiscalizatório venham a compreender a urgência com que essa farra deva ser, efetivamente, interrompida e sepultada para todo o sempre”, afirmou Mugnaini.

Para ele, as ONGs, OSs, Oscips, Fundações e Institutos ” foram nos últimos trinta anos, a trincheira dos incompetentes – contratantes e prestadores. Quando não, a saída para os desvios de recursos públicos como, permanementemente, assistimos na grande imprensa”.

“Vamos, agora, poder prosseguir com a nossa cruzada com mais efetividade. Começamos a ter aliados! De peso”, comemorou o presidente da Fenainfo, já planejando um contato direto com o Diretor da Receita Federal paulista que compreendeu a “causa” do setor de software.

Novos recursos

Para a Fenainfo, a decisão de Claudio Valadão, torna-se interessante porque a consulta tributária é entendida como processo normativo dentro do Direito Administrativo-Tributário. Ou seja, a compreensão daquele agente público tem efeito de comando legal, “nos limites estabelecidos pelo interesse do consulente”, explicou Mugnaini.

Para o executivo, o “comando inicial da resposta para a consulta, que aqui vira preceito legal” - é o conceito da imunidade e quando ela pode ser aplicada. “Já a outra parte refere-se à sua aplicação prática no caso em tela, ou seja venda de software, serviços, conforme indagou o consulente. O que torna efetivo o preceito legal no caso específico”, afirmou.

Maurício Mugnaini disse ainda que essa decisão assegurará à Fenainfo, daqui para frente, questionar em outros processos licitatórios e “em outras contratações flagrantemente ilegítimas”, a aplicação do princípio, agora, explicidado pela autoridade do fisco.

Fonte:

Convergência Digital

Economia e Negócios Jonatas Lima em 08 Out 2008

Oracle sela parceria com HP e entra no mercado de hardware

Parceria é a palavra de ordem.

Como previu o Gartner, em evento na semana passada, em São Paulo, a empresa de Larry Ellison marcou presença no segmento de equipamentos. Só que não houve, pelo menos até o momento, uma aquisição, como a consultoria imaginou.

A Oracle fechou uma joint-venture com a HP e anunciou o lançamento do Exadata, uma plataforma de storage - com 168 terabytes de disco - voltada para competir com IBM e EMC. É mais um componente da “guerra” provocada pela onda da virtualização. O servidor estará disponível imediatamente na versão Linux rodando em plataforma Intel, segundo informações da Oracle. Larry Ellison enfatizou, no entanto, que outras plataformas “estão a caminho”.

A Oracle e a HP, numa forma de combater as rivais IBM e EMC, anunciaram ainda o “Oracle Database Machine”, um servidor desenhado para os consumidores que não querem configurar seus sistemas. O anúncio da parceria com a HP foi feita pelo CEO da Oracle, Larry Ellison, no Oracle Open World, evento que acontece, nos Estados Unidos.

Na semana passada, durante conferência do Gartner, realizada na capital paulista, o vice-presidente de Pesquisas para a América Latina, Donald Feinberg, enfatizou que as empresas de software - entre elas, Oracle e Microsoft - estavam diante de um grande dilema: precisavam, agora, marcar presença no segmento de Hardware para atenderem aos anseios dos clientes - soluções completas.

Feinberg chegou a afirmar que a Oracle teria na mira duas empresas: Sun Microsystems e Dell. Mas, ao que parece, a Oracle, dessa vez, não foi às compras, preferiu fomentar uma aliança de peso com a HP e se movimentar na área de storage. O desembarque da Oracle no segmento de storage faz parte de mais um movimento determinado pela virtualização.

Segundo a IDC, a onda de virtualização de servidores - que mobiliza o mercado empresarial - atuará ao longo dos próximos anos como um motivador para as corporações adorarem soluções de armazenamento externo. Previsão comprovada por pesquisa divulgada pela Symantec, no final de agosto, e que ouviu mais de 1000 gerentes de TI globalmente, inclusive, na América do Sul.

O levantamento apurou que à medida que mais aplicativos e dados são gerenciados em um ambiente virtual, as organizações estão reavaliando os modos mais eficientes de gerenciar aplicativos e dados em ambientes físicos e virtuais. Mais dos 35% dos entrevistados no estudo, inclusive, citaram a existência de muitas ferramentas diferentes como o maior desafio na proteção de dados e aplicativos missão-críticos nos ambientes físicos e virtuais.

Um dos mercados mais preocupados com a virtualização é exatamente o segmento financeiro, o que mais investe em TI. Ainda segundo a IDC, apenas este ano, a vertical investira US$ 8.6 bilhões na área na América Latina. O Brasil responderá por 54% desses aportes, e no estudo da consultoria - divulgado em agosto - aqui no país, as prioridades dos grandes bancos são, exatamente, a consolidação e virtualização de servidores e storage.

Fonte:

Convergência Digital

Economia e Negócios Jonatas Lima em 08 Out 2008

MySQL é uma das prioridades de negócios da Sun no Brasil

Mais uma bela aquisição rumando para a concretização das gigantescas organizações.

Sete meses após o anúncio de aquisição da desenvolvedora de banco de dados MySQL AB, por US$ 1 bilhão, a Sun Microsystems detalha a estratégia estabelecida para o Brasil. Durante o anúncio da conferência para desenvolvedores Sun Tech Days 2008-2009, Kaj Arnö, ex-CEO da companhia comprada e atual vice-presidente do grupo que administra o banco de dados na Sun, falou sobre a abordagem que a empresa dará ao produto no País.

Ele disse que a empresa estruturou uma equipe para atender especificamente aos usuários finais do MySQL. Até aqui, são três profissionais de vendas, dois de suporte técnico e outros dois consultores. “Todos esses serviços passam a ser oferecidos oficialmente em português pela companhia”, afirma Arnö. Rodolfo Fontoura, presidente da Sun Microsystems do Brasil, sublinha que o MySQL não será uma estrutura independente, mas parte da atual estrutura da Sun. “Estamos trazendo recursos adicionais para ampliar a capacidade do MySQL. Além disso, vamos multiplicar o uso do banco de dados nas pequenas empresas por intermédio dos canais”, detalha. A Sun atua diretamente apenas com médias e grandes empresas.

Com o lançamento do MySQL na América Latina, a Sun consolida sua entrada no mercado de armazenamento de dados mundial que, de acordo com um recente levantamento do Gartner, é estimado em US$ 17,1 milhões. Além disso, com a recente aquisição da MySQL AB, a companhia passa a incorporar um mercado de US$ 15 bilhões em banco de dados. “A compra da empresa pela Sun é simples de explicar: trata-se de um mercado em que ela não atuava, e no qual o MySQL é o líder”, afirma Arnö. Ele acrescenta que as empresas são ambas muito concentradas em open source, e tem políticas e estruturas e culturas muito semelhantes. “Uma pode abrir portas para a outra”, assegura.

Segundo o executivo, no trimestre de abril, maio e junho, o volume de downloads mensais cresceu 44% na comparação com o mesmo período do ano anterior. “É claro que não se deve apenas à aquisição pela Sun, mas esse fato dá ainda mais confiabilidade ao nosso banco de dados”, diz Arnö.

Fontoura afirma que o MySQL já existe e está em uso no Brasil há alguns anos. A idéia é incrementar esse uso por meio dos parceiros e canais. “O MySQL será foco dos negócios da Sun no ano fiscal de 2009 (iniciado em julho último) em nível de serviços, soluções e plataforma”, destaca o presidente da companhia no Brasil. Segundo ele, atualmente, muitas grandes empresas já baixaram o banco de dados MySQL e, para suportá-lo, criaram uma rede de especialistas na tecnologia. “Não acreditamos que haverá escalabilidade para isso. O Brasil ainda está em uma fase muito embrionária na adoção do MySQL. As empresas o utilizam, mas o fazem em casa e capacitando pessoal para manter o aplicativo”, diz Fontoura, acrescentando que, no modelo corporativo, à medida que o negócio evoluir, será impossível trabalhar sem a aquisição de licenças.

De olho nesse mercado, a Sun lançou a versão comercial MySQL Enterprise Subscription, pela qual as empresas poderão contar com atualizações mais freqüentes e acompanharão a agenda de correções da Sun. No Brasil, a companhia já conta com usuários de grande porte, entre os quais está a Paggo, empresa de pagamentos móveis da Oi, que desenvolveu sua plataforma sobre o banco de dados MySQL. Esta seria, de acordo com a Sun, a maior implantação do MySQL na América Latina.

Até aqui, já foram registrados mais de 100 milhões de downloads do banco de dados, número crescente, com uma média de 50 mil downloads por dia. Fontoura revela que no ano fiscal encerrado em junho de 2008, o Brasil foi o segundo em maior crescimento, com índice de 28%, atrás apenas dos EUA, que registraram um incremento de 35%. “No primeiro trimestre do novo ano fiscal, o crescimento do mercado brasileiro já ultrapassa a casa dos 30%”, finaliza Fontoura.

Fonte:

Convergência Digital

Economia e Negócios Jonatas Lima em 08 Out 2008

Alta do dólar prejudicará ascensão da classe C à web em 2009, diz Abinee

São Paulo - Diminuição do crédito e encarecimento de computadores pode frear em 2009 entrada da classe C na web pela instabilidade financeira.

A alta do dólar e a desaceleração do crédito podem afetar um dos pilares de crescimento da internet brasileira em 2008: a classe C. Essa é a previsão da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

“Nossa demanda (por micros) tem certa dependência com crédito disponível e taxa de juros, principalmente para classes mais baixas. Durante 2008, tivemos uma forte inclusão digital da população brasileira, com máquinas financiadas a prestações atrativas. este crédito pode ser reprimido e a demanda pode cair”, afirma Hugo Valério, diretor da área de informática da Abinee.

O crescimento da participação da classe C online decorre de uma conjunção entre estabilidade financeira, abundância de crédito e máquinas disponíveis a preços acessíveis.

Segundo dados da Cetelem, foram, no mínimo, 6 milhões de novos internautas provenientes da classe C nos últimos três anos, com crescimento acentuado em 2008.

Dados baseados na Pnad, do IBGE, indicam que o número de PCs domésticos entre os que ganham até 10 salários mensais mais que triplicou em três anos, enquanto a cifra dos que faturam mais de 20 salários se manteve estável no período.

A crise “não vai poder durar muito tempo. Não há como viver em uma situação tão instável. É difícil adivinhar como ou quando vai estabilizar. O que podemos prever é que o dinheiro deve ficar mais escasso”, prevê Valério.

A desaceleração econômica será sentida, diz ele, a partir de 2009. O executivo acredita que a crise financeira mundial não deve afetar as vendas de eletrônicos no final deste ano. A Abinee não pretende rever sua estimativa de crescimento do setor, situada em 15%.

Fonte:

IDG Now

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