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Internet Jonatas Lima em 10 Out 2008
Mais de 60% das empresas terão comunidade online até 2010
Para fazer novos negócios com a crescente “Geração Virtual”, as empresas terão de oferecer ou então conectar-se às aplicações sociais, de forma a atrair clientes com informações sobre o que precisam, para conduzi-los em direção a produtos e serviços. A análise é do Gartner. Em 2010, mais de 60% das empresas do ranking Fortune 1000, que já têm um website, estarão conectadas de alguma forma a comunidades online, como forma de relacionamento com seus clientes.
“Um benefício-chave da criação de uma comunidade é a quantidade de informações que uma organização pode obter sobre sua base de clientes, que podem ser utilizadas a curto e longo prazo como relacionamento com os mesmos”, afirma Adam Sarner, analista principal do Gartner.
“Os dados podem ser obtidos e usados para o desenvolvimento de produtos, feedback de clientes, fidelização, gestão, segmentação de cliente, campanhas e a satisfação dos consumidores ou de colaboradores. Esta riqueza de informações pode ser utilizada de forma comercial ou individual”, completa.
No entanto, formar uma comunidade online não é uma iniciativa livre de desafios. O Gartner prevê que, até 2010, mais de 50% das empresas que tiverem uma comunidade online vão deixar de focar em cliente e empresa, deixando de investir nesses dois valores. Para acabar com este problema, as organizações terão novas competências para atender às necessidades da Geração Virtual.
Fonte:
Internet Jonatas Lima em 24 Set 2008
Dicas para melhorar o posicionamento do seu site nos mecanismos de busca
1. Escolha um bom e não muito extenso conjunto de palavras-chave que descreva o conteúdo do seu site e coloque-as na meta-tag keywords;
2. Escreva um resumo sobre o seu site e coloque na meta-tag description;
3. Faça uso das meta-tags específicas para mecanismos de busca;
4. Dê títulos (
5. Ter bom conteúdo é fundamental, de preferência com poucos erros gramaticais;
6. O layout do site também é essencial. Tem de ser claro, de fácil navegação e acessível;
7. Evite usar Flash para tudo;
8. Tome cuidado com menus de navegação animados (DHTML), pois eles têm de ser muito bem construídos para que os BOTS indexadores consigam navegar através deles;
9. Ofereça sempre conteúdos novos. Sites que ficam muito tempo sem atualização costumam ter pouca visitação;
10. Coloque links externos e internos no seu conteúdo. Quanto mais referências (pertinentes) seu texto tiver, melhor;
11. Evite repetir a mesma palavra várias vezes no texto;
12. Use nos títulos e no conteúdo palavras que são conhecidas por serem muito buscadas, claro, desde que não fique forçado. Acredite, os Web Crawlers também conseguem identificar algumas tentativas de fraudes;
13. Sempre identifique suas imagens com o atributo alt da tag img;
14. Use o hífen para nomear suas páginas e nomes de arquivos. Algo como mulher-na-sala-com-notebook.jpg;
15. Ter links quebrados é um péssimo negócio;
16. Faça o mapa do site para os visitantes e para os mecanismos de busca (sitemap.xml);
17. Configure corretamente o arquivo robots.txt;
18. Não tenha imagens para exibir texto. O HTML/XHTML é feito para isso. De nada adianta ter um site bonito, com fontes maravilhosas, mas difícil de achar;
19. Quanto mais redirecionamentos você usar, pior;
20. Ter o conteúdo de seu site linkado de outros sites é um ótimo negócio;
21. Cadastre seu site em diretórios de blogs e sites e também em social bookmarks managers como o del.icio.us;
22. Ter um domínio fácil de digitar e de lembrar é uma ótima idéia, não para os mecanismos de busca, mas, para os seres humanos;
23. Tenha endereços (URLs) bem formatados, seguindo a mesma regra da dica 14.
Fonte:
- IDG Now.
Internet Jonatas Lima em 24 Set 2008
Entrevista: Lawrence Lessig e as implicações legais da “era do remix”
Pode parecer estranho que o professor Lawrence Lessig (como gosta de ser chamado) equipare o Creative Commons à indústria fonográfica, principal prejudicada nas mudanças como músicas e filmes são consumidas após a introdução da internet, ao tentar explicar a importância do copyright.
O conceito de direito autoral, explica o professor da Stanford Law School, é importante para ambas - seja pela tentativa desesperada das gravadoras em manter leis que regiam um mercado offline ou pela tentativa do movimento fundado por Lessig em 2001 em flexibilizar as regras.
O sistema de licenças, nascidas originalmente como forma de automatizar os usos da obra além da simples execução no que Lessig costumou chamar de “era do remix” (seu livro mais recente, prestes a ser lançado, será sobre o assunto), evoluiu para permitir que artistas independentes lucrem com seus trabalhos, por exemplo.
Nesta entrevista ao IDG Now!, Lessig defende a necessidade da existência dos direitos autorais, uma confusão que muitos entusiastas do movimento ainda cometem, e ataca os “parasitas ineficientes” que tentam explorar os criadores.
Lessig abre o Digital Age 2.0 2008 com a palestra “Quem é o dono de sua marca?” no dia 1º de outubro.
Você consegue imaginar negócios tradicionalmente regidos pelo atual modelo do direito autoral abraçar o Creative Commons?
Absolutamente. Em um mundo no qual o acesso a trabalhos criativos não é mais sufocado (seja pelo acesso legal ou ilegal), a chave para o sucesso é atrair a atenção e paixão da audiência. Como o (vocalista) do Wilco, Jeff Tweety, coloca, “é a audiência no palco”.
Responsáveis pela criação podem fazer isto autorizando suas audiências a também se tornarem criadores. É possível autorizá-los, por exemplo, a remixar o trabalho do criador original, pelo menos para propostas não-comerciais.
Tal uso não compete DE MANEIRA NENHUMA com a atual participação de mercado dos artistas. Ao invés disto, complementa esta participação, e devolve ao mercado ainda mais paixão pela obra.
Como o Creative Commons pode ser usado de maneira financeira por artistas independentes?
Em dezembro, a Creative Commons lançou o protocolo CC+, que permite que artistas licenciem trabalho criativo sob uma licença CC, mas integra à licença uma maneira simples pra que eles sinalizem direitos além dos garantidos pelo CC.
Por isto, um artista pode licenciar um trabalho por propósitos não-comerciais, mas incluir um link ao site onde os direitos comerciais podem ser assegurados.
Como a mistura entre Creative Commons e plataformas de distribuição de conteúdo multimídia ameaçam o atual modelo de negócios da indústria fonográfica?
Vejo três grupos na atual mistura da mídia online. Dois destes grupos acreditam fundamentalmente na importância do direito autoral. Um dos grupos não acredita. A tradicional indústria fonográfica e o Creative Commons acreditam que o direito autoral é uma parte essencial do mercado criativo.
O mundo dos “piratas” do P2P vê o direito autoral (seja explicitamente ou por suas ações) como irrelevante para o futuro da criatividade. A diferença entre a indústria fonográfica e o Creative Commons, no entanto, é que o CC oferecer um framework simples para que criadores balanceiem melhor os direitos e as liberdades.
O sistema reconhece que existem muitos modelos de negócios diferentes para a criatividade no século 21, e que a flexibilidade e experimentação é necessária para descobrir a melhor mistura.
Os únicos perdedores com certeza neste novo mundo são os parasitas ineficientes de criadores - advogados como alvo primário. Mesmo as “gravadoras” evoluirão para oferecer um maior valor aos artistas comerciais, mesmo que não produzam mais as peças de plástico que chamamos de “gravações”.
Porque o foco no combate à corrupção e não nos tradicionais estudos sobre cibercultura quando o senhor pensou em concorrer a uma vaga na política norte-americana?
Amigos e entusiastas meus pediram que eu considerasse concorrer ao Congresso, como membro da Casa dos Representantes.
Eu disse que estaria interessado em fazer apenas se conseguisse montar, com sucesso, uma campanha focada nos problemas gerais de corrupção. Sem dúvidas, muitos dos piores problemas das “ciberleis” são produtos deste tipo de corrupção. Mas um membro do Congresso precisa se focar em algo muito mais amplo do que simplesmente em uma questão.
Muitas pessoas confundem o sucesso do Creative Commons com a morte do modelo de copyright. Existe alguma relação entre as idéias neste sentido? Qual a importância dos direitos autorais atualmente?
Concordo que existe uma confusão, ou talvez seja melhor chamar de entendimento falho por alguns. Sem dúvidas, na nossa visão, o futuro do copyright se mostrará diferente daquele praticado no passado.
Muitos usos que ferem a lei de direitos autorais serão automaticamente autorizados, e alguns usos que ferem a lei serão melhor protegidos. Mas o CC não acredita que se deve eliminar a lei de direitos autorais. Acreditamos que tudo isto se resume em torná-la mais eficiente.
Em uma apresentação no TED, você fala sobre o exemplo da BMI, que fez com que a ASCAP, associação com os direitos exclusivos de canções populares da época. quebrasse graças à intensa competição com conteúdo em domínio público. Você vê algum exemplo do tipo acontecendo no ambiente digital tendo o Creative Commons como substituto do BMI?
Não o Creative Commons, mas modelos e negócios permitidos pelo CC. Em uma analogia com a BMI, o CC é como o domínio público. Nosso trabalho não está em domínio público, mas serve à mesma função de competição. Ele permite uma competição mais ampla, para derrotar o poder de um monopólio ineficiente e datado.
Qual o produto da era do remix que o senhor mais gosta?
Remixes que mostram um entendimento profundo e interessante da cultura que remixa, refletindo e adicionado ao que usou como base. Um remix que é, de uma maneira casual, criativo. Quanto mais criativo, mais valioso.
Fonte:
- IDG Now.
Internet Jonatas Lima em 18 Set 2008
Arquiteto de Informação desponta como uma das novas profissões de TI
São Paulo – Saiba mais sobre o trabalho dos Arquitetos de Informação, suas aplicações e cursos para seguir esta nova profissão no Brasil.
Antes a máquina se comunicava com a máquina e então surgiu o homem. Mas a complexidade não deixou de existir. Quem nunca teve dificuldades para encontrar informações em um site? Quantos não desistem de uma compra online devido a uma arquitetura de informação inadequada?
Se o termo arquitetura da informação soou estranho, seja apresentado a uma das profissões da atualidade no Brasil. “A profissão não é nova, ao contrário do que muitos possam afirmar. Na metade da década de 70, o mundo já experimentava um volume crescente de informação, que surgia de todos os lados e de forma desorganizada”, diz Fábio Palamedi, professor de pós-graduação de Arquitetura de Informação na FIT e Consultor de Arquitetura de Informação para gerência de concepção de produtos da diretoria de P&D do UOL.
A novidade é que até então, não existiam cursos para os profissionais de AI no mercado brasileiro. Segundo Palamedi, o cenário brasileiro é bem diferente, comparado a países como Estados Unidos e Canadá, em que os “job´s descriptions” são muito mais claros, ou seja, no Brasil é muito mais difícil de se encontrar especialistas, porque os profissionais acabam exercendo outras funções paralelas.
Segundo pesquisa de Guilhermo Reis, mestre pela ECA-USP e criador do site Guilhermo, popular entre os profissionais de AI, mais da metade da categoria dedica até 50% do seu tempo de trabalho para a Arquitetura de Informação.
A falta de um “job description” no Brasil dificulta muito a vida de quem está iniciando. “Como ninguém sabe ao certo o que o Arquiteto de Informação faz, existe todo o tipo de oferta de trabalho. Para o AI, é preciso saber identificar as oportunidades que realmente são pertinentes a profissão”, explica Palamedi. Por outro lado, no IA Institute, uma organização mundial que visa promover a AI mundialmente, já conta com 1.400 membros de 80 países.
Simplificar
Mas afinal, o que faz um Arquiteto de Informação? Seu criador, Richard Wurman, definiu: tornar simples o complexo.
Um bom arquiteto de informação deve oferecer aos usuários facilidade de entendimento e recuperação de informação. Segundo uma pesquisa do Nielsen Norman Group, 27% das causas de insucesso das vendas de um site se devem ao fato do usuário não conseguir encontrar o produto que estava procurando. Comece a perceber, mas sites em que o conteúdo é facilmente encontrado podem estar munidos de especialistas de AI.
Na segunda-feira (15/09), o instituto de pesquisa Nielsen fez um comparativo com o estudo realizado há sete anos e uma das constatações é de que 64% dos usuários conseguem encontrar informações facilmente em um site.
Os profissionais de AI de hoje atuam mais na área de web e são responsáveis principalmente por mapas mentais, que consistem em formas de agrupar e organizar informações similares ou que fazem parte de um grupo de interesse; wireframe, que é basicamente um esqueleto de como o site será organizado e sitemap, que tem por objetivo construir uma representação hierárquica de páginas de um site. Mas um dos principais aprendizados do arquiteto de informação é saber quem é o usuário e porque ele precisa daquelas funções.
De acordo com estudo realizado por Guilhermo Reis, 58% dos profissionais de AI são autodidatas, enquanto apenas 10% fizeram cursos sobre o tema. A novidade é que já são oferecidos cursos de pós-graduação aos profissionais. A exemplo da Faculdade Impacta Tecnologia (FIT) , cujo programa dura 18 meses preenchidos por uma carga horária de 400 horas e a ESPM do Rio de Janeiro.
Outras instituições, como a Extensiva e a Jump Education oferecem cursos livres de curta e média duração. A média salarial desse profissional é de 3 mil a 5 mil por mês.
Um profissional muito confundido com o AI é o Arquiteto de usabilidade. Mesmo porque uma parte deste trabalho está na arquitetura de informação.
“Muitas empresas estão contratando arquitetos de informação, ao invés de arquitetos de usabilidade. São profissionais distintos”, explica Amyris Fernandez, professora do curso de Usabilidade e Testes de Usabilidade in-company e coordenadora do curso de Comunicação com o Mercado Através de Mídias Digitais da PEC FGV.
Um dos principais objetivos do Arquiteto de Usabilidade é fazer com que o usuário esteja confortável e aceite o trabalho proposto dentro do sistema. “Usabilidade é tornar todos os aplicativos mais compreensíveis ao seres humanos”, diferencia Amyris.
A diferença é que nessa área o profissional irá antecipar os possíveis erros que o usuário irá cometer, como por exemplo, evitar erros no banco de dados e pensar na possibilidade das pessoas não conseguirem entender o conteúdo e por isso deixarem de acessá-lo.
Fonte:
- IDG Now
Referências:
Internet Jonatas Lima em 15 Set 2008
E-Commerce - Evento
Café com Internet debaterá comércio eletrônico em São Paulo
São Paulo - Evento contará com duas palestras gratuitas sobre e-commerce e apresentará estudo inédito sobre preferências do internauta.
No dia 18 de setembro a WBI Brasil realizará mais uma edição do evento Café com Internet em São Paulo, realizado desde 2001 no Rio Grande do Sul e em diversas cidades do Brasil.
Com a temática “E-Commerce”, o evento contará com duas palestras de Paulo Kendzerski, diretor de Marketing da WBI Brasil.
A primeira apresentação “E-Commerce. Ameaça ou Oportunidade?”, focará a situação atual dos players de e-commerce no Brasil e suas estratégias e caminhos para o sucesso das vendas pela Web.
A segunda palestra mostrará como funcionam os Sistemas de Recomendação para sites de Comércio Eletrônico. Batizada de “WEB 3.0 - Sistemas de Recomendação para sites de e-commerce”, a apresentação mostrará como o Gestor pode definir ações específicas baseado na análise de preferência do usuário e nas recomendações de pessoas com o mesmo perfil.
Além disso, será apresentada uma pesquisa inédita da WBI Brasil, que reúne mais de 4 mil respostas coletadas entre agosto de 2007 e julho de 2008, e revela as preferências do internauta, com ênfase para as marcas mais lembradas e melhor posicionadas na internet, sob o título “Raio-X do e-commerce edição 2008. Quem é quem na mente do e-consumidor”. Os resultados contemplam as cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.
O Café com Internet será realizado das 14h às 17h30 na sede da FASP, à Av. Paulista, 2.000, e o acesso é gratuito. Para participar, basta levar 2 caixas (litro) de leite longa vida. Os interessados podem se inscrever pelo site do Café com Internet>>.
Fonte:
- IDG Now>>.
Internet Jonatas Lima em 13 Ago 2007
Conexão à web de baixo preço começa a valer em todo o País
São Palo - Operadoras acertaram com o ministro das Comunicações e a Anatel subsídio que garante conexão à internet por R$ 7,50 mensais.
Começa a valer a partir desta sexta-feira (03/08), em todo o Brasil, a conexão à internet a preços subsidiados pelas concessionárias em todo o País. A conexão a 7,50 reais mensais faz parte do programa Computador para Todos, lançado em 2005, mas só agora se torna realidade.
O nome do programa, inclusive, era inicialmente PC Conectado, mas, diante da dificuldade em viabilizar a conexão das máquinas - que tiveram incentivos como isenção de PIS/Cofins e financiamento com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) - passou a ser chamado no governo de Computador para Todos.
Em maio deste ano, o ministério conseguiu chegar a um consenso com as concessionárias de telefonia fixa Brasil Telecom, Oi, Telefônica, Sercomtel e CTBC, que vão subisidiar a conexão em banda estreita de seus assinantes.
O projeto teve de ser, em seguida, formatado e encaminhado para a autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o que aconteceu no final de maio.
As operadoras, entretanto, pediram que a nova tarifa só entrasse em vigor a partir de hoje para se adaptar e passar a transição na migração pulso/minuto.
Para ter acesso ao preço diferenciado, o assinante deve ligar na central de sua operadora e pedir seu cadastro. Ele terá acesso a 600 minutos mensais (10 horas) de navegação na internet por esse preço.
O ministério, no entanto, salienta que os 600 minutos não poderão ser descontadas do período de tarifa reduzida de telefonia, que vigora nos finais de semana e da meia noite às 6 da manhã nos dias úteis. Serão 10 horas ao mês além desses horários.
Além disso, como cada linha telefônica tem uma franquia de 200 minutos, caso o usuário não a utilize nas conversas, poderá acrescentar esses minutos também na sua navegação à internet.
José Luiz Maio de Aquino, da assessoria especial da Presidência da República, explica que, a partir do cadastro junto à operadora, a tarifa de 7,50 reais passará a ser um desconto fixo na conta mensal, “o consumidor utilize ou não” para a navegação.
O preço também não inclui o provedor, que deverá ser contratado à parte.
Fonte:
Internet Jonatas Lima em 09 Ago 2007
Conexão à web de baixo preço começa a valer em todo o País
São Palo - Operadoras acertaram com o ministro das Comunicações e a Anatel subsídio que garante conexão à internet por R$ 7,50 mensais.
Começa a valer a partir desta sexta-feira (03/08), em todo o Brasil, a conexão à internet a preços subsidiados pelas concessionárias em todo o País. A conexão a 7,50 reais mensais faz parte do programa Computador para Todos, lançado em 2005, mas só agora se torna realidade.
O nome do programa, inclusive, era inicialmente PC Conectado, mas, diante da dificuldade em viabilizar a conexão das máquinas - que tiveram incentivos como isenção de PIS/Cofins e financiamento com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) - passou a ser chamado no governo de Computador para Todos.
Em maio deste ano, o ministério conseguiu chegar a um consenso com as concessionárias de telefonia fixa Brasil Telecom, Oi, Telefônica, Sercomtel e CTBC, que vão subisidiar a conexão em banda estreita de seus assinantes.
O projeto teve de ser, em seguida, formatado e encaminhado para a autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o que aconteceu no final de maio.
As operadoras, entretanto, pediram que a nova tarifa só entrasse em vigor a partir de hoje para se adaptar e passar a transição na migração pulso/minuto.
Para ter acesso ao preço diferenciado, o assinante deve ligar na central de sua operadora e pedir seu cadastro. Ele terá acesso a 600 minutos mensais (10 horas) de navegação na internet por esse preço.
O ministério, no entanto, salienta que os 600 minutos não poderão ser descontadas do período de tarifa reduzida de telefonia, que vigora nos finais de semana e da meia noite às 6 da manhã nos dias úteis. Serão 10 horas ao mês além desses horários.
Além disso, como cada linha telefônica tem uma franquia de 200 minutos, caso o usuário não a utilize nas conversas, poderá acrescentar esses minutos também na sua navegação à internet.
José Luiz Maio de Aquino, da assessoria especial da Presidência da República, explica que, a partir do cadastro junto à operadora, a tarifa de 7,50 reais passará a ser um desconto fixo na conta mensal, “o consumidor utilize ou não” para a navegação.
O preço também não inclui o provedor, que deverá ser contratado à parte.
Fonte: